“Escher era amado tanto por cientistas como por hippies” – revista VISÃO

“Escher era amado tanto por cientistas como por hippies” – revista VISÃO

24.11.2017 às 10h49

Sílvia Souto Cunha

É um desejo concretizado para muitos: poder ter a oportunidade de visitar a ambiciosa retrospetiva que apresenta duzentas obras originais de M. C. Escher (1898-1972) ao público português, numa produção da Arthemisia, empresa internacional dedicada a mostras de grande envergadura, que assim se estreia em Portugal. Escher, que abre portas ao público esta sexta-feira, 24, no Museu de Arte Popular, revela o universo de aparentes impossíveis que era o deste artista gráfico. Influenciado pela natureza, pela arte italiana e pela matemática, Maurits Cornelis Escher fez seus o trompe l’oeil, as metamorfoses, os paradoxos, os enigmas, a tridimensionalidade. Nesta exposição itinerante, acabada de chegar de Madrid, estarão patentes trabalhos icónicos como Relatividade, Belvedere, Mão com Esfera Espelhada. Juntam-se-lhes desenhos, gravuras, xilogravuras, encomendas aceites pelo artista holandês, iconografia do século XX e XXI influenciada por Escher. Investimento avultado, a retrospetiva inclui ainda jogos didáticos, laboratórios científicos e uma sala de espelhos. Um Escher para todos, seguramente…

Conheça a Reportagem VISÃO completa aqui